

centro cultural de Loures — proposta de concurso
5800 m2 — maio 2021
Praça Liberdade, Loures
O projeto do Centro Cultural de Loures é um diálogo entre duas paisagens.
O edifício quer agir como uma ligação. A proposta pretende expor esta relação entre o urbano e o orgânico.
Através deste projeto tencionamos abordar a problemática da expansão urbana como uma potencialidade, onde a cultura emerge como o fruto deste intercâmbio. No centro da cidade, frente à Câmara Municipal, o projeto desenvolve-se em transparência, libertando o campo de visão do visitante em direção à grande paisagem. Através da forma da sua cobertura, o Centro Cultural emerge.


A implantação do edifício está alinhada com o eixo do edifício da Câmara Municipal de Loures.
A sua cobertura ressoa com a volumetria do edifício municipal. Frente à paisagem, as fachadas do Centro Cultural curvam-se para englobar a envolvente. Como um gesto acolhedor,
fortalecem a relação interior-exterior ao mesmo tempo permitem fundir o edifício com o entorno.
A composição do projeto permite ao edifício interagir com a envolvente através de dois espaços de transição. Na fachada Sul, a fachada de entrada, desenvolve-se uma praça urbana. Na fachada Norte, o parque, espaço de lazer, representa a continuidade do futuro Parque do Rio.



A entrada principal do edifício, as salas multiuso e o Café Concerto dialogam com a praça. Estes catalisadores de atividades irão contribuir para fortalecer a relação entre o centro cultural e a cidade.
Qual um fórum romano, o Café concerto está pensado para ser um sítio de encontro dos cidadãos.
Ao entrar no Centro Cultural, o visitante apanha uma rampa que conduz ao nível inferior do átrio. Ao descer, o volume do átrio é oferecido ao visitante. É um espaço amplo onde se perdem os limites, num jogo de salas, rodeado de espaços servidos e servidores. A fachada Norte completamente vidrada de pé-direito alto oferece uma vista privilegiada ao parque público.
Desde o átrio, a rampa prolonga-se no exterior do edifício, seguindo as curvas das suas fachadas para chegar ao coração do Parque do Rio. Esta cenografia espacial traz a cultura para o centro do cenário.


Ao chegar ao átrio, o visitante acede à bilheteria seguindo o movimento natural da rampa. O auditório, tem uma sala com capacidade de 600 lugares, e está pensado para poder ser separado em duas salas de 300 lugares cada uma. O palco do auditório beneficia de uma abertura zenital, uma claraboia à escala do edifício - o coração do Centro Cultural.


Equipa:
Engenheiro civil: Francisco Domingos
Paisagismo: Atelier Baum
© Créditos 3D:
renderização exterior: Imagineer, Jules Gaillard
renderização interior: Miguel Lopes

centro cultural de Loures — proposta de concurso
5800 m2 — maio 2021
Praça Liberdade, Loures
O projeto do Centro Cultural de Loures é um diálogo entre duas paisagens.
O edifício quer agir como uma ligação. A proposta pretende expor esta relação entre o urbano e o orgânico.
Através deste projeto tencionamos abordar a problemática da expansão urbana como uma potencialidade, onde a cultura emerge como o fruto deste intercâmbio. No centro da cidade, frente à Câmara Municipal, o projeto desenvolve-se em transparência, libertando o campo de visão do visitante em direção à grande paisagem. Através da forma da sua cobertura, o Centro Cultural emerge.


A implantação do edifício está alinhada com o eixo do edifício da Câmara Municipal de Loures.
A sua cobertura ressoa com a volumetria do edifício municipal. Frente à paisagem, as fachadas do Centro Cultural curvam-se para englobar a envolvente. Como um gesto acolhedor,
fortalecem a relação interior-exterior ao mesmo tempo permitem fundir o edifício com o entorno.
A composição do projeto permite ao edifício interagir com a envolvente através de dois espaços de transição. Na fachada Sul, a fachada de entrada, desenvolve-se uma praça urbana. Na fachada Norte, o parque, espaço de lazer, representa a continuidade do futuro Parque do Rio.



Ao entrar no Centro Cultural, o visitante apanha uma rampa que conduz ao nível inferior do átrio. Ao descer, o volume do átrio é oferecido ao visitante. É um espaço amplo onde se perdem os limites, num jogo de salas, rodeado de espaços servidos e servidores. A fachada Norte completamente vidrada de pé-direito alto oferece uma vista privilegiada ao parque público.
Desde o átrio, a rampa prolonga-se no exterior do edifício, seguindo as curvas das suas fachadas para chegar ao coração do Parque do Rio. Esta cenografia espacial traz a cultura para o centro do cenário.

A entrada principal do edifício, as salas multiuso e o Café Concerto dialogam com a praça. Estes catalisadores de atividades irão contribuir para fortalecer a relação entre o centro cultural e a cidade.
Qual um fórum romano, o Café concerto está pensado para ser um sítio de encontro dos cidadãos.

Ao chegar ao átrio, o visitante acede à bilheteria seguindo o movimento natural da rampa. O auditório, tem uma sala com capacidade de 600 lugares, e está pensado para poder ser separado em duas salas de 300 lugares cada uma. O palco do auditório beneficia de uma abertura zenital, uma claraboia à escala do edifício - o coração do Centro Cultural.


Equipa:
Engenheiro civil: Francisco Domingos
Paisagismo: Atelier Baum
© Créditos 3D:
renderização exterior: Imagineer, Jules Gaillard
renderização interior: Miguel Lopes

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